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Moraes solicita extradição de ex-assessor Eduardo Tagliaferro à Itália

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes encaminhou ao Ministério da Justiça um pedido de extradição de seu ex-assessor Eduardo de Oliveira Tagliaferro, denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 22 de agosto. A solicitação foi repassada pela pasta ao Itamaraty em 20 de agosto de 2025, para que seja formalizada junto ao governo italiano, destino atual de Tagliaferro.

Tagliaferro trabalhou com Moraes durante o período em que o magistrado presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A PGR o acusa de violação de sigilo funcional, coação no curso do processo, obstrução de investigação que envolve organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

De acordo com a denúncia, o ex-assessor teria vazado informações confidenciais obtidas no cargo para atrapalhar investigações relacionadas a atos antidemocráticos e beneficiar interesses próprios e de terceiros. A Polícia Federal já havia indiciado Tagliaferro em abril pelo crime de violação de sigilo funcional após a divulgação de diálogos de Moraes com servidores do TSE e do STF.

Nas redes sociais, em 30 de julho, Tagliaferro anunciou que revelaria bastidores do gabinete do ministro. Ele afirma ser alvo de perseguição política, postura que tem recebido apoio de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em manifestação enviada ao STF, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que Tagliaferro age em conjunto com outros investigados que deixaram o país para “potencializar reações ofensivas” contra autoridades brasileiras responsáveis pelas apurações.

Enquanto aguarda a tramitação do pedido de extradição, Tagliaferro prepara, segundo interlocutores, uma denúncia ao Parlamento Europeu contra Moraes.

Com informações de InfoMoney

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