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A chefe da representação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Brasil, Annette Killmer, afirmou nesta terça-feira (26) que os centros urbanos precisam acelerar investimentos em infraestrutura para resistirem a fenômenos climáticos cada vez mais severos.
O pronunciamento ocorreu na abertura do Fórum Internacional Inovação Financeira para as Cidades: estruturação de projetos para desenvolvimento urbano resiliente e sustentável, realizado na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro.
Pressão sobre as cidades
Segundo Killmer, a maior parte da população já vive em áreas urbanas, onde se concentram desafios como mobilidade, segurança e habitação. “A essas pautas clássicas soma-se o tema das mudanças climáticas”, ressaltou, mencionando enchentes, secas e ondas de calor como ameaças que exigem preparação imediata.
Ao citar as cheias de abril de 2024 no Rio Grande do Sul, a executiva lembrou que a falta de infraestrutura adequada deixou Porto Alegre submersa. “As reconstruções são impressionantes, mas os impactos ainda são visíveis em muitas cidades do interior”, observou.
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O BID mantém aproximadamente R$ 5 bilhões aplicados no Brasil em projetos de habitação e urbanismo, em parceria com o Ministério das Cidades e administrações estaduais e municipais. Há ainda apoio a iniciativas de transporte, saneamento, conectividade e segurança pública.
Killmer defendeu a criação de mecanismos financeiros inovadores para ampliar parcerias público-privadas em infraestrutura sustentável. “As demandas são altas e exigem colaboração entre governo, setor privado, bancos de desenvolvimento, sociedade civil e centros de inovação”, afirmou.

Imagem: valor.globo.com
Participação do BNDES
No mesmo evento, o diretor executivo do BNDES, Nelson Barbosa, lembrou que o Fundo Clima e o Fundo de Investimento em Infraestrutura Social podem alcançar até R$ 60 bilhões em aprovações até 2026. Ele destacou também o retorno dos investimentos diretos em renda variável por meio da BNDESPar, com previsão de R$ 10 bilhões direcionados a empresas de economia verde, inovação e sustentabilidade.
“Temos apoiado o desenvolvimento sustentável e resiliente por meio de diversos produtos”, afirmou Barbosa, reforçando o compromisso do banco com projetos que reduzam a vulnerabilidade das cidades aos efeitos do clima.
Com informações de Valor Econômico
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