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Governo reafirma estrutura para sediar COP30 em Belém, diz Rui Costa

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Em reunião nesta sexta-feira (22) com o Bureau da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), o governo federal assegurou que logística, infraestrutura e segurança para a 30ª Conferência do Clima (COP30) estão confirmadas em Belém, no mês de novembro.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que o encontro climático é “prioridade de governo” e que cada etapa da organização – de hospedagem a transporte – está sendo conduzida em parceria com o governo do Pará e a prefeitura da capital.

Hospedagem em foco

Segundo o Planalto, Belém dispõe de 53 mil leitos para receber os cerca de 50 mil participantes previstos. A disponibilidade de acomodações foi motivo de questionamentos de delegações estrangeiras no início do mês, que chegaram a sugerir a transferência do evento para outra cidade.

Em resposta, o governo informou que:

  • delegações de países menos desenvolvidos (LDCs) e pequenos Estados insulares (SIDS) terão 15 quartos individuais por valores entre US$ 100 e US$ 200;
  • para demais países, há 10 quartos individuais na faixa de US$ 200 a US$ 600;
  • o período mínimo de reserva foi reduzido de 15 para 10 diárias;
  • a plataforma oficial Bnetwork reúne mais de 2,6 mil quartos de até US$ 600 e outras opções estão sendo adicionadas semanalmente;
  • escolas do Estado adaptadas em modelo hostel vão ampliar a oferta para diferentes perfis de delegação.

Ações locais

O governador do Pará, Helder Barbalho, anunciou um grupo de trabalho com Defensoria Pública, Procon, Ministério Público, Procuradoria-Geral do Estado, Secretaria Nacional do Consumidor e Polícia Civil para combater preços abusivos e garantir condições justas aos visitantes.

Outros pontos tratados

Entre os temas levados pelo Bureau da UNFCCC, o Brasil se comprometeu a:

  • pleitear junto à ONU a revisão do valor diário de subsistência (DSA) para Belém, hoje em US$ 144, buscando alinhamento com cidades como Rio de Janeiro (US$ 229) e São Paulo (US$ 234);
  • flexibilizar transporte e acomodação em navios após 22 de novembro caso as negociações se estendam;
  • manter central de atendimento exclusiva às delegações para resolver questões de hospedagem, transporte e saúde.

“Realizar a conferência na Amazônia simboliza o papel do Brasil na agenda climática global”, destacou Rui Costa.

Com informações de Valor Econômico

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