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Martin Wolf aponta jardinagem como a profissão mais protegida da inteligência artificial

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A aceleração da inteligência artificial (IA) reacende o debate sobre a segurança dos empregos. Em comentário recente, o principal colunista econômico do Financial Times, Martin Wolf, afirmou estar “meio convencido” de que o trabalho de jardineiro é, possivelmente, o mais seguro em um cenário de crescente automação.

Ao abordar o tema, Wolf destacou que, apesar dos avanços tecnológicos, há atividades que os computadores ainda não conseguem reproduzir com eficiência. Para ele, o cuidado manual com plantas, a percepção sensorial do ambiente e a criatividade exigida na jardinagem mantêm a ocupação fora do alcance imediato da IA.

A declaração foi feita durante análise publicada em 23 de agosto de 2025, data em que o especialista ponderou sobre como as máquinas estão substituindo tarefas rotineiras em diversas áreas, gerando incertezas quanto ao futuro de várias profissões.

Wolf observa que, enquanto algoritmos aprendem padrões complexos e robôs executam operações de precisão, tarefas que envolvem adaptação contínua a ambientes naturais imprevisíveis permanecem desafiadoras para a tecnologia. Nesse contexto, ele vê a jardinagem como um exemplo claro de atividade que exige habilidades humanas específicas, como percepção tátil e sensibilidade estética, que os sistemas de IA ainda não reproduzem plenamente.

Martin Wolf aponta jardinagem como a profissão mais protegida da inteligência artificial - Imagem do artigo original

Imagem: valor.globo.com

O comentário do economista reforça discussões mais amplas sobre quais carreiras podem se manter relevantes frente ao avanço tecnológico e destaca a importância de habilidades essencialmente humanas no mercado de trabalho.

Com informações de Valor Econômico

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