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A Vale colocou em operação, neste mês, o AI Center Belém, sua quarta unidade dedicada a soluções de inteligência artificial. Instalado na capital paraense, o novo centro reúne 11 profissionais e será voltado ao Sistema Norte, que abrange minas, ferrovia e porto nos Estados do Pará e do Maranhão, incluindo as operações de Carajás (PA) e o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís (MA).
Com a inauguração, a mineradora passa a contar com estruturas de IA também em Vitória (ES), Rio de Janeiro (RJ) e Nova Lima (MG). Segundo o vice-presidente-executivo técnico Rafael Bittar, são 34 especialistas exclusivamente focados em inteligência artificial — número que deve chegar a cerca de 120 após novas contratações.
Aplicações ao longo da cadeia
A companhia utiliza algoritmos de IA “da mina ao porto” para elevar produtividade, reduzir custos e reforçar a segurança. Um dos projetos de maior impacto é empregado na Estrada de Ferro Carajás, onde modelos identificam fraturas nos trilhos, ocorrência considerada a mais crítica para o transporte de minério. O sistema evita paralisações e amplia a confiabilidade da operação, informou Bittar.
Outra iniciativa é a Sentinela, solução que estima a umidade do minério antes do embarque. Com 97% de precisão, a ferramenta elimina paradas de até três horas para análise laboratorial e evita a perda de até 48 mil toneladas por interrupção, mantendo carregadores de navios em ritmo de 16 mil toneladas por hora.
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Investimento em inovação
Cerca de 2% da receita anual da Vale é destinada a pesquisa, desenvolvimento e inovação. Em 2024, esse montante alcançou US$ 790 milhões. Desde 2017, a empresa criou mais de 45 produtos e implementou 1.500 modelos de IA em 70 projetos, com retorno estimado em US$ 67 milhões no ano passado.

Imagem: Divulgação via valor.globo.com
Parcerias e expansão
O novo centro atuará em conjunto com o Instituto Tecnológico Vale (ITV), que pesquisa aplicações de IA para sustentabilidade na região Norte. Entre os parceiros estratégicos estão Deloitte, IBM e Accenture, responsáveis por capacitação e treinamentos. Para Flávio Alves, diretor da Accenture e líder de mineração e siderurgia no Brasil, a iniciativa “fortalece a parceria de longa data” e levará a chamada “Inteligência Amazônica” a temas como segurança, produtividade e exploração mineral.
O AI Center Belém funcionará dentro das instalações locais da mineradora, reforçando a estratégia de escalar soluções tecnológicas em todas as etapas do negócio.
Com informações de Valor Econômico
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